O Android, do Google, já ultrapassou o iOS, da Apple, sendo um importante acesso dos consumidores a diferentes serviços do Google, além de aumentar o número de pessoas que veem os anúncios veiculados pela empresa, por meio de assessoria de imprensa. O Google+, lançada recentemente, tem 90 milhões de usuários no momento, diante de 40 milhões há três meses.
Esses fatos representam oportunidade essencial de crescimento para a companhia, no futuro. São mudanças notáveis, quando visualizamos investimentos no software móvel Android e na rede social Google+, semelhante ao Facebook, além de otimização de sites. Entretanto, o coração do mundo capitalista, Wall Street, ainda está tentando compreender seu impacto de longo prazo sobre o negócio do Google.
Ryan Jacob, o presidente do conselho e vice-presidente de investimento da Jacob Funds, que detém ações do Google, afirma que seria relevante estudar melhor o efeito de um crescimento na proporção das buscas orgânicas conduzidas via mobiles. “Eles não vêm conseguindo os mesmos preços do lado móvel que costumam obter nas buscas em computadores”, disse Jacob.
Todavia, o valor recebido pela publicidade no marketing digital destinada a mobiles parece ser menor que o pago pela publicidade veiculada em seu serviço de buscas convencional. Além disso, segundo os resultados demonstrados na última sexta-feira, o custo por clique, que é o valor pago pelos anunciantes quando um usuário clica em anúncios vinculados a resultados de buscas – caiu pela primeira vez em dois anos, apesar do recorde atingido pelo e-commerce nos Estados Unidos durante a temporada de fim de ano.
A grande questão que atormenta os investidores deve-se ao fato das pesadas aquisições do Google em mobiles e em monitoramento de mídias sociais para enfrentar concorrentes como a Apple e o Facebook, por exemplo com compra da fabricante de celulares Motorola Mobility, por 12, 5 bilhões de dólares.
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